<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6891679347721176655</id><updated>2011-04-21T16:15:34.391-07:00</updated><title type='text'>A vida como ela é</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://thiagohpr.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://thiagohpr.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>h p r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00450191241595628752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6891679347721176655.post-7622420294125708680</id><published>2009-05-07T13:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T09:40:58.904-07:00</updated><title type='text'>Análise do governo iraniano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O Irã vive um momento de grande importância em seu cenário político, isso porque 2009 é um ano de eleições no país. As eleições definirão o próximo presidente iraniano e já começaram nesta terça-feira (05/06/2009) de forma oficial com o início do registro dos candidatos para o pleito. Segundo a mídia iraniana, os aspirantes podem se candidatar na plataforma eleitoral do Ministério do Interior até o dia 10 de maio. O registro será encerrado no próximo sábado e só então as entidades competentes deverão admitir ou rejeitar as candidaturas.&lt;br /&gt;É nesse contexto de eleições que surge uma pergunta essencial para entendermos a política iraniana: ela é democrática? Se sim, até que ponto? Responder essas perguntas será o objetivo desse trabalho e, para isso, tomaremos como argumentos a visão do governo iraniano e a visão de democracia segundo Robert Dahl.&lt;br /&gt;Analisemos, por exemplo, a visão do governo iraniano. Em uma entrevista à revista norte-americana Time, o presidente Mahmoud Ahmadinejad, ao ser questionado sobre reivindicações e protestos de estudantes contra o governo, diz que no Irã a liberdade está em prática. Segundo o presidente, os estudantes dizem o que querem e ele diz a sua versão do problema.&lt;br /&gt;Porém, todos sabem que as coisas não funcionam exatamente assim no país. Em uma segunda pergunta ao presidente, a Time alerta sobre casos de pessoas que foram condenadas à prisão e mortas por reivindicações e/ou protestos. O presidente, em uma resposta cínica e incrivelmente distinta de liberdade, defende que o Poder Judiciário iraniano é um aparato totalmente independente, que não sofre influência ou pressão de grupos políticos ou partidos.&lt;br /&gt;Fato é que, até certo ponto, o governo iraniano tem tomado um rumo relativamente diferente do que há muito estávamos acostumados. Nessa eleição, alguns pontos da política iraniana têm sido debatidos, como por exemplo, a possibilidade ou não de se eleger mulheres. Isso acontece porque, segundo a lei eleitoral local, quem desejar concorrer à presidência deve possuir alguns pré-requisitos: ser um homem político ou religioso, ser iraniano de nascimento e professar o Islã. É exatamente tal condição de “ser um homem político ou religioso” que abriu um debate sobre a interpretação do termo “homem”, que para determinadas pessoas significa ser do sexo masculino, e para outras significa a totalidade de seres humanos, isto é, mulheres e homens.&lt;br /&gt;O Ministério do Interior iraniano já tinha anunciado há duas semanas que as mulheres também poderiam concorrer nas eleições presidenciais, mas a última palavra a este respeito será dada pelo Conselho dos Guardiões da Revolução, que definirá a aptidão dos candidatos. Esse mesmo Conselho, no entanto, já rejeitou a candidatura de mulheres à Presidência em eleições anteriores.&lt;br /&gt;Retomando a pergunta feita anteriormente, analisemos o conceito de democracia segundo Robert Dahl e comparemos sua visão com o que ocorre no Irã para, só então, concluirmos qual a melhor definição do processo político iraniano.&lt;br /&gt;Segundo Dahl, existem cinco critérios para avaliar um processo democrático. São eles: 1) Participação efetiva; 2) Igualdade de voto; 3) Entendimento esclarecido; 4) Controle do programa de planejamento; 5) Inclusão dos adultos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Passemos agora a analisar cada critério em relação ao que realmente ocorre no processo político do Irã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1) Participação efetiva: apesar de o Irã estar caminhando, embora de forma relativamente lenta, para uma maior participação da população em sua política, não podemos, segundo esse critério de Dahl, afirmar que no Irã exista uma plena participação efetiva. As oportunidades não são iguais para todos e há uma nítida diferença entre os que comandam/governam e os que são comandados/governados.&lt;br /&gt;2) Igualdade de voto: mais uma vez, nota-se no Irã um relativo avanço em relação à igualdade de voto, como por exemplo a possibilidade de as mulheres poderem votar. Porém, o Irã está muito longe de conseguir chegar à igualdade de voto proposta por Dahl, isso porque existem barreiras nítidas ao poder de voto da população. Como exemplo, seguidores de outras religiões e até mesmo os muçulmanos que não são xiitas não podem se apresentar como candidatos.&lt;br /&gt;3) Entendimento esclarecido: por ser um país muito religioso, o Irã falha nesse critério adotado por Dahl. Isso porque a grande maioria da população iraniana não é alfabetizada, sendo muitas vezes induzidas à práticas religiosas como única alternativa. Assim sendo, muitas pessoas não possuem um entendimento qualificado do que uma determinada medida política pode ou não fazer.&lt;br /&gt;4) Controle do programa de planejamento: tal controle ocorre no Irã, porém dentro da cúpula dos governantes. A população não possui o poder de mudar esses planejamentos, como ocorre em outros países.&lt;br /&gt;5) Inclusão dos adultos: esse critério afirma que todos adultos residentes permanentes deveriam ter o pleno direito ao voto. Neste último critério, um dos mais importantes segundo Dahl, o Irã falha, pois somente possui direito pessoas nascidas no Irã, pessoas que professam o Islã e, até então, salvo mudanças governamentais, homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, percebemos que, segundo uma análise superficial dos critérios de Robert Dahl para se definir democracia, o Irã está muito longe de ser plenamente democrático. Obviamente, analisar um país religioso como o Irã com base em critérios ocidentais de democracia é complicado. Para uma melhor análise outros critérios deveriam ser analisados, o que não convém ao objetivo do trabalho.&lt;br /&gt;O que fica nítido nesta análise, é que, se em determinados pontos o Irã caminha para uma maior abertura democrática, em outros o país está muito longe de efetivar tal desafio. Isso ocorre devido aos próprios valores adotados pelo povo iraniano e até mesmo por serem, de certa forma, contra a ocidentalização, visto que Democracia é muitas vezes atribuída a países do ocidente. Esperar que o Irã se democratize plenamente de um dia para o outro é o mesmo que esperar que a crise atual termine o mês que vem, ou seja, uma completa utopia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DORIA, Pedro. Liberdade, diz ele. Disponível em &lt;a href="http://pedrodoria.com.br/2006/12/21/liberdade-diz-ele"&gt;http://pedrodoria.com.br/2006/12/21/liberdade-diz-ele&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARSONS, Claudia. Eleições no Irã começam com registro de candidatos. Disponível em &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3744841-EI29,00.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3744841-EI29,00.html&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAHL, Robert. Que instituições políticas requer a democracia em grande escala? In: Sobre a Democracia. Trad. Beatriz Sidou. Brasília: UnB, 2001, p. 97-113. Original em inglês.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6891679347721176655-7622420294125708680?l=thiagohpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://thiagohpr.blogspot.com/feeds/7622420294125708680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6891679347721176655&amp;postID=7622420294125708680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/7622420294125708680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/7622420294125708680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://thiagohpr.blogspot.com/2009/05/analise-do-governo-iraniano.html' title='Análise do governo iraniano'/><author><name>h p r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00450191241595628752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6891679347721176655.post-5597501971710104400</id><published>2008-10-25T22:27:00.000-07:00</published><updated>2008-10-25T22:48:27.996-07:00</updated><title type='text'>A crise norte-americana e seus efeitos no Brasil.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A gravidade da crise econômica mundial, originada na débâcle do mercado de hipotecas subprime dos Estados Unidos, parece realmente não mais se constituir uma surpresa ou novidade a nenhum leigo. Assim como também não é desconhecida a possibilidade de ainda estarmos frente somente a uma ponte do iceberg. Ou seja, pode haver mais catástrofes à vista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Suposições e opiniões a respeito da crise norte-americana convergem para um ponto em comum: ningúem sabe, com precisão, a magnitude e os efeitos que a recessão norte-americana pode causar. Não é difícil constatar tal afirmação. Basta analisarmos semanalmente as manchetes das principais revistas brasileiras. É impressionante, e ao mesmo tempo vergonhoso, como a mídia muda de opinião a cada novo dia. Há exemplos sólidos de divergências de opiniões em revistas como a "Isto é" e jornais eletrônicos como o "Correio da Cidadania". Na revista "Isto é", por exemplo, se analisarmos a edição número 2029 (24 de setembro de 2008) na página 39, encontraremos a seguinte afirmação: "Que crise? A economia brasileira mostra solidez diante do terremoto que abalou os pilares do capitalismo americano". E, ironicamente, na mesma edição, na página 43, há um artigo respondendo à pergunta: "Por que somos tão voláteis?". Tal edição está um pouco, digamos, pleonástica, pois como pode um país cuja bolsa de valores sofre tantas oscilaçoes estar tão sólido diante do "terremoto" norte-americano?&lt;br /&gt;No jornal eletrônico, "Correio da Cidadania", o analista político e escritor, Wladimir Pomar, diz em sua reportagem intitulada "A Crise e seus abalos" que "se países emergentes, como Brasil, Russia, Índia e China suportarem a atual crise sem grandes danos, é possível que a hegemonia norte-americana saia combalida da crise, embora ainda suficientemente poderosa para provocar estragos pelo mundo". Realmente, é possível sim que a economia dos EUA saia ainda suficientemente poderosa para provocar estragos pelo mundo, porém creio ser muito difícil que os países emergentes saiam imune dessa crise. É difícil, pois esses países (em especial o Brasil) ainda são muito dependentes do capital internacional e das exportações de commodities. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto às repercussões na economia brasileira, a dúvida é, no entanto, o que predomina entre os cidadãos que acompanham atônitos a maior depressão desde a crise de 1929 (alguns economistas e estudiosos do assunto dizem que essa crise possui uma dimensão relativamente maior que a de 1929, por estar o mundo muito mais interligado atualmente que há 80 anos atrás). A despeito das enormes descidas morro abaixo da Bolsa de Valores de São Paulo, deparam-se esses cidadãos com estatísticas muito favoráveis relativamente ao crescimento da economia e da renda, à diminuição do desemprego, dando conta estas estatísticas até mesmo de um incremento da classe média do país, a qual teria tomado o lugar da pobreza.&lt;br /&gt;Nossas reservas externas seriam, ademais, grandes o suficiente para reforçar os nossos sólidos fundamentos econômicos e garantir a estes trópicos um bom lugar na travessia da tormenta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é, infelizmente, esta otimista noção quanto à crise mundial e suas repercussões internas que transparece na opinião de muitos especialistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos Lessa, afirma convicto que a crise causará enormes estragos ao país. "O Brasil já foi atingido. A bolsa de valores caiu violentamente, o real se desvalorizou, a taxa de câmbio subiu e as empresas brasileiras que têm empréstimos no exterior estão com muitas dificuldades de renová-los. Assim, a reserva internacional começou a diminuir". Ele lembra que, apesar da retórica, o governo já reconheceu a gravidade da situação ao reduzir o compulsório dos bancos e ao injetar dinheiro na economia. Mas o economista acha que estas medidas ainda são tímidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"O Brasil deveria adotar políticas de controle de câmbio e de regulação das exportações", sugere Lessa. Mesmo com nuances no diagnóstico, Pochmann também defende medidas mais incisivas para defender a economia. Ele lembra que a crise colocou em xeque a hegemonia dos EUA e os dogmas neoliberais, em especial a flexibilização financeira. "É necessário o Estado para garantir maior regulação e condição saudável para a existência da economia. Acredito que estamos diante de um novo movimento de pêndulo para a ampliação da regulação sobre a economia capitalista". Para ele, é urgente aumentar os mecanismos de controle sobre o sistema financeiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até o ex-ministro Delfim Netto, tzar da economia durante a ditadura militar, propõe endurecer a relação com os bancos. Defensor da economia de mercado, avalia que a desregulamentação saiu de controle e defende maior intervenção estatal. "Diante de uma crise sistêmica, não adianta querer discutir. Não estamos tratando de questões filosóficas, mas de problemas práticos". Para garantir liquidez, ele propõe que o Banco Central e o Ministério da Fazenda firmem um acordo com os bancos para enfrentar a crise. "Eles terão de cooptar os banqueiros. É dizer: olhem aqui, vocês podem até empoçar o dinheiro que têm, mas vão pagar um preço caro". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Prêmio Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, avalia que o Brasil pode estar, em certos pontos, mais preparado para a crise, mas para ele "o pior ainda está por vir" e "ninguém está imune à crise. O Brasil, por mais preparado, também não". Ele ainda aponta um risco pouco citado por outros analistas, o da grave crise na agricultura. "Muitos investidores estrangeiros colocaram seu dinheiro nas commodities nos últimos meses, fugindo do dólar. Com a crise, o primeiro impacto é o fim dos créditos e as dívidas contraídas podem ser um problema no campo. Além disso, tudo indica que os preços das commodities vão cair. A bolha no Brasil pode estar no campo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em suma: a crise mundial, deflagrada nos EUA, é das mais graves da história do capitalismo. Ela foi agravada pela desregulamentação imposta pela dogmática neoliberal, sob hegemonia do capital financeiro. Nenhum país ficará imune aos seus efeitos destrutivos. No caso brasileiro, a vulneralibilidade conjuntural hoje é menor. Mesmo assim, o país já foi atingido. O Brasil ainda é muito dependente da liquidez externa e da exportação de produtos de baixo valor agregado - das commodities. Para evitar que a gripe vire tuberculose, o governo precisará adotar medidas mais duras de controle do fluxo de capitais e de regulamentação do sistema financeiro, entre outras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por: Thiago Cordeiro da Silva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fontes: &lt;a href="http://www.correiodacidadania.com.br/"&gt;http://www.correiodacidadania.com.br/&lt;/a&gt;; Revista Isto É.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Créditos: Altamiro Borges (jornalista, membro do Comitê Central do PC do B e autor do livro recém-lançado "Sindicalismo, resistência e alternativas").&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradecimentos: Felipe B. Marazzi pelo apoio e reconhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6891679347721176655-5597501971710104400?l=thiagohpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://thiagohpr.blogspot.com/feeds/5597501971710104400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6891679347721176655&amp;postID=5597501971710104400&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/5597501971710104400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/5597501971710104400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://thiagohpr.blogspot.com/2008/10/crise-norte-americana-e-seus-efeitos-no.html' title='A crise norte-americana e seus efeitos no Brasil.'/><author><name>h p r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00450191241595628752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6891679347721176655.post-5965455316824410256</id><published>2008-09-25T21:22:00.000-07:00</published><updated>2008-09-25T21:25:01.272-07:00</updated><title type='text'>Verniz Cultural</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“Eu admito”.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Quantas vezes ouvimos isto em nossas vidas? Creio que pouquíssimas. Simples, o ser humano sempre foi marcado pela política da superioridade. Digo-te, envergonhado, que eu não fujo à regra. Sou sim consciente, porém nem sempre (e aqui gero, propositalmente, uma contraposição de idéias que entenderás adiante), pois erro como pessoa, cidadão, filho, amigo e acima de tudo, como um ser humano.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Tenho em minhas mãos o sucesso e a humildade. Dou-te apenas uma chance de escolher. Tens dez segundos... Pouco tempo para tão grande decisão. Pensaste em escolher a humildade, mas analisaste o mundo que te cerca e viste que tua vida gira em torno do sucesso. E mais, em torno do sucesso pessoal. Estou mentindo? Olha a tua volta, ou melhor, a tua vida. O que mais te importa é o que importa a 90% da população. Sucesso. Freqüentamos escola particular para que? Para adquirir riquezas e doar aos mais pobres? Trabalhamos para que? Para ser “alguém na vida”?&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Assim sendo, pergunto-te: tendo em vista que nossas vidas giram em torno de uma concepção capitalista de sucesso e que quase nunca é fiel aos nossos princípios, por que insistimos tanto no sucesso, que nem sempre traz a tão almejada felicidade?&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; Lembremos que vivemos num mundo capitalista... Pausa. Deve estar pensando que sou contra esse sistema, pois estou sempre fazendo referências ao mesmo, correto? Errado. Perceberás que defendo sim o capitalismo, porém, como tudo na vida, o sistema possui suas características positivas e negativas, que deixarei para discutir em uma próxima oportunidade para não perder o foco de minha idéia.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; Retomando a idéia, lembremos que vivemos num mundo capitalista onde reina a idéia do “verniz cultural” (dado o devido crédito da expressão ao meu professor de literatura, Marcelo Miller, sábio estudioso do assunto). Já sabia o grande escritor brasileiro, Machado de Assis, que o brasileiro, em especial a classe média, queremos sempre estar além do senso comum, ou seja, queremos sempre mostrar aos demais membros da sociedade que sabemos de tudo. Pena que este tudo se resume a quase nada.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É aqui que retomo o que disse no começo. Sou sim consciente, porém nem sempre. Sou consciente porque me importo e me esforço para tentar entender cada vez mais o que se passa no mundo de hoje. Porém, sou classe média e eis o fardo que carrego e que me condena. Não sei de tudo, mas sei de um pouco. E, sabendo pouco, às vezes finjo saber tudo e caio na inutilidade do verniz cultural típico do brasileiro.&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;E é por isso que eu digo: Eu admito. E os demais membros da sociedade, admitem?&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Eu admito: palavras que não temos, realidade que não vemos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6891679347721176655-5965455316824410256?l=thiagohpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://thiagohpr.blogspot.com/feeds/5965455316824410256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6891679347721176655&amp;postID=5965455316824410256&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/5965455316824410256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/5965455316824410256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://thiagohpr.blogspot.com/2008/09/verniz-cultural.html' title='Verniz Cultural'/><author><name>h p r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00450191241595628752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6891679347721176655.post-6058543202761433966</id><published>2008-09-21T00:33:00.000-07:00</published><updated>2008-09-21T00:35:51.346-07:00</updated><title type='text'>Esclarecimentos</title><content type='html'>Amigos e amigas, senhoras e senhores, quero dar-vos meu singelo agradecimento por visitarem o blog. Antes de qualquer coisa, gostaria sinceramente de agradecer um grande amigo, Thiago H. Martins, por compartilhar opiniões e incentivar quem vos escreve a criar este blog.&lt;br /&gt;Minha intenção ao criar este blog é discutir temas do nosso cotidiano, como a política, a economia, o cinema, o teatro e tudo que possa, de certa forma, agregar conhecimento cultural ao ser humano.&lt;br /&gt;Sim, o senso crítico parece ter batido à minha porta. O que fiz foi deixá-lo entrar, sem titubear, apenas deixei-o tomar conta de meus pensamentos e comparar o que fui com o que sou. Digo-vos, sem nenhuma dúvida, que o que sou é, desesperadamente, muitas vezes melhor e bem mais esclarecido do que o era.&lt;br /&gt;E é fácil entender o porquê. Em algumas poucas linhas consigo dizer-vos quando foi que isso tudo começou, mas deixarei para o próximo post, pois este é apenas para alertar-vos do que estarão expostos se me apoiarem e lerem o blog semanalmente. Não pouparei críticas quando forem necessárias. Também não serei hipócrita de julgar meus pensamentos como únicos e totalmente verdadeiros. Como disse, são meus. Quero que meus leitores, se é que os terei, argumentem e interajam com minhas opiniões, aplaudindo quando satisfeitos e vaiando quando insatisfeitos.&lt;br /&gt;Posto isso, tudo o que peço é que lêem e argumentem, pois a maior arma que um ser humano pode ter é a palavra. Saber transpô-la no papel é uma virtude que deve ser admirada por todos.&lt;br /&gt;Muita coisa boa vem por aí. Fiquem atentos e continuem acessando o blog.&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6891679347721176655-6058543202761433966?l=thiagohpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://thiagohpr.blogspot.com/feeds/6058543202761433966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6891679347721176655&amp;postID=6058543202761433966&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/6058543202761433966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6891679347721176655/posts/default/6058543202761433966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://thiagohpr.blogspot.com/2008/09/esclarecimentos.html' title='Esclarecimentos'/><author><name>h p r</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00450191241595628752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
